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Nota · ProcessosA caminho

Emerson lança o analisador de gás Rosemount QX1400, certificado para instalação direta em áreas classificadas

A Emerson lançou o Rosemount QX1400, analisador contínuo de gás com certificação ATEX e IECEx para áreas perigosas. A instalação dispensa caixa à prova de explosão ou purga e pode ficar perto do ponto de coleta.

27 out 20262 min de leituraa partir de Engineering.comEN
Analisador contínuo de gás Rosemount QX1400 da Emerson, equipamento metálico compacto, mostrado em imagem de divulgação
Imagem: Engineering.com · reprodução

A Emerson anunciou o Rosemount QX1400, analisador contínuo de gás para medir a qualidade do gás natural, para sistemas de monitoramento contínuo de emissões e para outras aplicações industriais. Ele usa as mesmas tecnologias de medição híbridas do QX1000, mas com certificação para áreas perigosas: ATEX na Europa e IECEx para os demais mercados. A certificação norte-americana, para Classe 1, Divisão 2, deve sair até o fim de 2026.

A combinação é de detecção paramagnética para o oxigênio e espectroscopia de absorção direta por laser de cascata quântica para os outros gases. A configuração padrão mede de um a quatro gases entre CO, CO₂, O₂, NO, NO₂ e SO₂, com opções para CH₄ e N₂O. O oxigênio é exigido em gás natural liquefeito, captura e armazenamento de carbono, pureza de etileno e de hidrogênio e em operações químicas e petroquímicas.

Sem caixa extra na área classificada

Com essas certificações, o analisador pode ser instalado na área perigosa sem invólucro à prova de explosão nem purga. Isso reduz a complexidade da instalação e permite colocá-lo mais perto do ponto de coleta da amostra, com linhas mais curtas e menos atraso no transporte do gás até a medição.

O que isso muda aqui

*A caminho* — a matéria não informa preço, prazo nem disponibilidade no Brasil, e a certificação brasileira do equipamento não é citada. O que se sabe é que a Emerson já tem presença local, o que torna a chegada provável.

Para quem projeta e mantém plantas de gás, química, petroquímica e hidrogênio, o ganho prático está na obra: menos estrutura de proteção, menos tubulação de amostra e resposta mais rápida da medição. Antes de especificar, o integrador precisa confirmar a aceitação dos laudos europeus e internacionais pelos organismos de certificação brasileiros e o prazo da versão para a América do Norte. Para a medição de emissões, vale comparar com o que a planta já usa.

Como este texto foi feito. Lida na fonte e escrita em português por Redação do Instituto, com crédito e link. Os números do texto são conferidos contra a fonte antes de publicar.

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