Emerson lança o analisador de gás Rosemount QX1400, certificado para instalação direta em áreas classificadas
A Emerson lançou o Rosemount QX1400, analisador contínuo de gás com certificação ATEX e IECEx para áreas perigosas. A instalação dispensa caixa à prova de explosão ou purga e pode ficar perto do ponto de coleta.

A Emerson anunciou o Rosemount QX1400, analisador contínuo de gás para medir a qualidade do gás natural, para sistemas de monitoramento contínuo de emissões e para outras aplicações industriais. Ele usa as mesmas tecnologias de medição híbridas do QX1000, mas com certificação para áreas perigosas: ATEX na Europa e IECEx para os demais mercados. A certificação norte-americana, para Classe 1, Divisão 2, deve sair até o fim de 2026.
A combinação é de detecção paramagnética para o oxigênio e espectroscopia de absorção direta por laser de cascata quântica para os outros gases. A configuração padrão mede de um a quatro gases entre CO, CO₂, O₂, NO, NO₂ e SO₂, com opções para CH₄ e N₂O. O oxigênio é exigido em gás natural liquefeito, captura e armazenamento de carbono, pureza de etileno e de hidrogênio e em operações químicas e petroquímicas.
Sem caixa extra na área classificada
Com essas certificações, o analisador pode ser instalado na área perigosa sem invólucro à prova de explosão nem purga. Isso reduz a complexidade da instalação e permite colocá-lo mais perto do ponto de coleta da amostra, com linhas mais curtas e menos atraso no transporte do gás até a medição.
O que isso muda aqui
*A caminho* — a matéria não informa preço, prazo nem disponibilidade no Brasil, e a certificação brasileira do equipamento não é citada. O que se sabe é que a Emerson já tem presença local, o que torna a chegada provável.
Para quem projeta e mantém plantas de gás, química, petroquímica e hidrogênio, o ganho prático está na obra: menos estrutura de proteção, menos tubulação de amostra e resposta mais rápida da medição. Antes de especificar, o integrador precisa confirmar a aceitação dos laudos europeus e internacionais pelos organismos de certificação brasileiros e o prazo da versão para a América do Norte. Para a medição de emissões, vale comparar com o que a planta já usa.


