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NSF põe US$ 90 milhões em três centros de ciência e tecnologia, um deles sobre a adaptação entre pessoas e robôs

Cada centro recebe US$ 6 milhões por ano durante cinco anos, com chance de renovar por mais cinco. O Center for Human and Robot Co-Adaptation, liderado pela Universidade do Texas em Austin, estuda como robôs de serviço e assistência aprendem com as pessoas e se adaptam a elas.

4 set 20261 min de leituraa partir de The Robot ReportEN

A National Science Foundation, agência americana de fomento à pesquisa, anunciou US$ 90 milhões em cinco anos para três novos Science and Technology Centers, US$ 6 milhões por ano para cada um, com possibilidade de competir por mais cinco anos ao fim do período. O programa existe desde 1987 e financia pesquisa de grande escala em parceria entre universidades, indústria e governo.

Um dos três é o Center for Human and Robot Co-Adaptation, liderado pela Universidade do Texas em Austin. O centro vai estudar como pessoas e robôs se adaptam uns aos outros, com segurança, conforme robôs de serviço e assistência entram em casas, hospitais, locais de trabalho e espaços públicos: robótica, IA e fatores humanos combinados para que máquinas com inteligência corporificada aprendam com as pessoas, entendam necessidades e preferências e se ajustem, física e cognitivamente, a ambientes e pessoas diferentes. Os outros dois centros são de turbulência (Michigan State) e de engenharia genômica (Northwestern).

"Manter a liderança dos Estados Unidos em ciência e tecnologia exige pesquisa ousada, parcerias fortes e força de trabalho qualificada", disse Brian Stone, que exerce as funções de diretor da NSF.

O que isso muda aqui

*Sem efeito*: dinheiro público americano para pesquisa em universidade americana. Vale como duas referências. De escala: US$ 6 milhões por ano é o tamanho de um centro de pesquisa de fronteira em robótica, número útil para quem compara programas daqui. E de agenda: robô que se adapta à pessoa, e não o contrário, é o tipo de pergunta que a pesquisa faz hoje e a fábrica recebe como produto anos depois.

Como este texto foi feito. Lida na fonte, escolhida e escrita por Pedro Oliveira, com crédito e link. Nada aqui foi traduzido ou redigido por máquina.

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