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Ambi Robotics prevê alta de 9% a 10% na vazão dos clientes no pico de fim de ano e põe peças reserva em campo

A Ambi Robotics espera que seus clientes processem de 9% a 10% mais volume que no pico do ano passado e instala sistemas em oito unidades antes da temporada. O plano inclui treino de operadores e peças reserva perto dos clientes.

6 nov 20262 min de leituraa partir de Automated WarehouseEN
Sistema de triagem AmbiSort da série B, com esteiras e braço robótico fazendo a entrada e a leitura dos pacotes
Imagem: Ambi Robotics · reprodução

Com a Black Friday e a temporada de compras de fim de ano chegando, as operadoras de logística dos Estados Unidos se preparam para o aperto. Segundo Stephen McKinley, cofundador e diretor de operações da Ambi Robotics, de Berkeley, na Califórnia, esses operadores costumam ver a vazão subir de 25% a 40% no período. Para os clientes da empresa, a expectativa neste ano é de alta de 9% a 10% sobre o pico anterior.

Para dar conta, a Ambi vai instalar sistemas em oito unidades antes da temporada. A maioria usa a nova variação do AmbiSort, linha de triagem que faz entrada, leitura e separação dos pacotes. Metade da equipe viaja entre os sites para acompanhar a operação, e a outra metade fica de prontidão para resolver chamados.

Treino, peça reserva e cautela com a IA

Muitos clientes não compram máquina nova para o pico: acrescentam turnos ou colocam mais gente ao lado dos sistemas. Por isso a Ambi reforça o treinamento dos operadores pouco antes da temporada. Para McKinley, o desempenho depende da qualidade da máquina, que não oscila, e também de como a equipe do cliente lida com ela.

Para reduzir parada, a empresa tira as peças reserva da sede e as distribui em polos de clientes na Costa Leste, como Cincinnati. Em alguns sites ficam computadores e itens críticos de reposição.

Sobre a IA, a abordagem é conservadora. A empresa trabalha com IA física desde 2018 e afirma que seus sistemas não aprendem sozinhos em campo: os dados novos servem para retreinar o modelo, que passa por teste A/B em ambiente controlado antes de ir para o resto da frota. Uma IA própria, alimentada com os chamados de suporte, ajuda a equipe pequena a acompanhar o desempenho e a prever falhas.

O que isso muda aqui

*Sem efeito* — a matéria trata de clientes americanos e não cita operação, parceiro ou prazo no Brasil. Não há produto nem preço novo para o mercado daqui, e os números de alta valem para os Estados Unidos.

O que serve a quem opera ou integra automação em armazém no Brasil é o método. A preparação para o pico passa menos por máquina nova e mais por treino de operador, estoque de peça crítica perto do cliente e suporte feito por quem conhece o site. Atualização de modelo de IA só entra na operação depois de teste controlado. É roteiro que um centro de distribuição daqui pode copiar antes da própria alta de fim de ano, mesmo sem comprar nada da Ambi.

Como este texto foi feito. Lida na fonte e escrita em português por Redação do Instituto, com crédito e link. Os números do texto são conferidos contra a fonte antes de publicar.

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